A maioria das infidelidades acontecem entre amigos chegados ou colegas de trabalho

Uma investigação recente, sobre infidelidades, do departamento de Psicologia e Neurociência da Universidade do Colorado, nos Estado Unidos da América, demonstra que 53,5% dos inquiridos admitiu ter sido infiel e que o seu parceiro de sexo infiel foi um amigo muito próximo e que conhecia muito bem. Por outro lado 29,4% cometeu adultério com alguém relativamente próximo como vizinhos ou colegas de trabalho. Neste estudo ficou bem claro que a maioria das pessoas que foram infiéis. Escolheram parceiros sexuais muito próximos de si e que conviviam diariamente. Mais de metade dos inquiridos infiéis envolveu-se com amantes que na realidade eram amigos bastante chegados. Cerca de 30% com pessoas que se relacionavam no seu dia a dia.

Com quem traem os adúlteros ? Amigos, conhecidos ou colegas de trabalho ?

A investigação levada a cabo por Lindsay Labrecque, investigadora e doutoranda de psicologia e pelo professor de psicologia Mark Whisman também percebeu que os os restantes casados infiéis traíram os seus maridos e esposas com pessoas desconhecidas ou através de encontros casuais. Estes cerca de 20% que tiveram relações extraconjugais com desconhecidos. Certamente que conheceram os seus parceiros de encontros infiéis através de redes sociais e sites de infidelidade. Podemos concluir que os sites de infidelidadesbrobre b vieram proporcionar mais encontros entre as casadas que são infiéis e que gostam de dar uma “facadinha no matrimónio” de vez em quando.

Entretanto há alguns anos atrás este estudo daria valores completamente diferentes e o sexo infiel entre desconhecidos seriam incrivelmente mais baixo. Antes da Internet e dos sites de encontro as amantes eram angariadas numa área geográfica muito próxima. No entanto, hoje o dia já se pode encontrar amante a centenas ou mesmo milhares de quilómetros de distância.

Os homens são mais infiéis que as mulheres ?

Este estudo foi realizado ao longo de nove anos e mais de treze mil inquéritos em todo o país. Outro dado que ressaltou foi que os homens americanos traíam mais as esposas que as mulheres traíam os seus maridos. O estudo conclui que 21 % dos homens foram infiéis, pelo menos uma vez na vida. Enquanto que da parte das mulheres apenas 13% tinham sido infiéis alguma vez na vida. Sim ainda existe uma pequena diferença entre homens e mulheres na hora de traírem o seu conjugue. Mas atenção que essa diferença tem vindo a esbater-se ao longo dos anos. Cada vez há mais mulheres infiéis que já conquistaram a sua liberdade sexual e procuram sexo fora do casamento.

Com o passar dos anos as mulheres infiéis tornaram-se mais seguras e independentes. Por essa razão hoje em dia a quantidade de mulheres que são infiéis aos seus maridos é muito grande. Nos sites de encontros online proliferam os perfis de mulheres casadas que procuram um amante pelas mais variadas razões. Muitas casadas já não suportam viver uma vida com um marido que não as satisfaz sexualmente. Por isso mesmo elas procuram um amante que saciem o seu desejo de prazer e bom sexo.

O que mudou na infidelidade e na sociedade ao longo dos tempos ?

Infidelidade
Infidelidade acontece em todos os estratos sociais

O estudo demonstrou que ao longo dos anos o comportamento dos adúlteros foi-se alterando e em pleno século vinte um tudo mudo em termos de comportamentos sexuais. A opinião geral das pessoas sobre as aventuras extraconjugais mudou bastante e em 2016. 76% das pessoas desaprovava a infidelidade contra os 79% do século passado.

Concretamente houve uma descida de três pontos percentuais na quantidade de pessoas que condenavam as infidelidades extraconjugais. Na prática as opiniões foram suavizando-se. Hoje em dia menos pessoas condenam as mulheres e os homens infiéis por serem adúlteros. Hoje em dia há uma maior sensibilidade para o prazer corporal e também para os direitos e liberdades das mulheres, que antigamente eram submetidas ao domínio masculino. As mulheres emanciparam-se e já é opinião generalizada que existe o direito universal a serem felizes emocionalmente e sexualmente também. O prazer que não existe em casa é normal que se procure nos braços de um amante.

Quais sãos as conclusões de estudo sobre relacionamentos extraconjugais ?

Estranhamente o estudo conclui que entre o ano 2000 e o ano 2016, no Estados Unidos a infidelidade desceu ligeiramente. A verdade é que os números dizem que no anos de 2000, os infiéis que reconhecerem terem sido infiéis foram 17,8%, contrastando com os 16,4 % de 2016. A diferença não é muita mas a verdade é que ela existe e está bem patente no estudo.

Portanto, o que fizeram baixar tanto as infidelidades entre os casais podem ser várias e a que salta logo à vista tem a ver com a crise financeira que assolou fortemente os EUA e o resto de mundo. Com menos poder económico e mais problemas para resolver a verdade é que o libido sexual baixa drasticamente. Enquanto que em anos prósperos tudo acontece mais naturalmente e os corpos passeiam-se sedentos de sexo.

Labrecque afirma que : “Em termos gerais, o índice de sexo extraconjugal manteve-se nos últimos 17 anos e talvez seja menor do que aquilo que a gente pensa.”
O estudo também conclui outra diferença entre homens e mulheres infiéis : Entre os adúlteros 12% dos homens eram mais propensos para pagar por sexo, contra apenas 1% das mulheres.

Comments

  1. Mega contente com este site! Desde que aderi ao site tenho imensas aventuras e com mulheres diferentes ! Ninguém imagina a grandeza deste mundo ! Ninguém imagina o sexo extraconjulgal que existe e ninguém imagina a quantidade de homens Cornudos que há por aí

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